Obsessão

Estes trabalhos estão na primeira exposição de obras resultantes da pesquisa entre o limite arte e ciência e a transformação do espaço artístico com imagens que representariam um suposto real em si.

Tal imagem é um real único, já que ela só existe como imagem, é impossível a olho nu. Obsessão é o primeiro resultado da pesquisa com imagens médicas e veio antes de Paisagens Cristais e outras séries afinas. É de 1995/1996, dez anos antes da exposição Paisagens Cristais.

With these ideas in mind and with some information about the origin of the images used as base for the art works, the interlocutor, in a secondary moment, absorbs the apparent meaning of the de-personalized landscapes of the human body. Who is (or was) that imaginary body (or part of that body), presented in that bi-dimensional, multiplied, repeated and re-elaborated way as a work of art?

In those mediated images we are all the same, no identity, no gender, no personality, no present nor past or future, may be lifeless…

In those we can see nobody, they are no one, they are only themselves…

Monica Mansur